quarta-feira, 14 de março de 2012

O criador e a criatura, Expo Migration
Detalhe com poema

sexta-feira, 2 de março de 2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

EXPO COLETIVA

Expo coletiva ENCONTRO DE AMIGOS - Biblioteca Central da Bahia
Dia: 07 de Fevereiro de 2012 - Terça feiraLocal: Foyer da Biblioteca CentralAbertura dia 07Visitação até o dia 29Artistas convidados:Menelaw Sete, Miriam Rylands, Onaldo Dantas, Glei Melo, Ramon Melo, Denise Pitágoras, Terciliano Junior, Leonel Matos, Emérita Andrade, Mirian Bello, Giuliano Ottaviani, Graça Ramos, Chaf, Jani Saült, Ery Cruz, Chico Barreto, Gilson Cardoso José Henrique, Luis Claudio, Leonel Mattos, Nancy Novaes, Elizabete Actis, Edson da Luz, Edson Calmon, Inha Bastos, Marcos Menezes Catarina Santana, Margarita Arize. Bel Borba.Contamos com a participação de todos

EXPO LONDRES









terça-feira, 17 de janeiro de 2012

segunda-feira, 11 de julho de 2011

RUMO A MILÃO


Convidada por
Giuliano Ottaviani, Pittore, Scultore, Orafo, Cav. Uff. Dr. Mº

Lo sono voce di Milano dipingere un Murale (rumo a Milão pintar um Mural)

io darò maggiori dettagli e l'indirizzo locale (depois darei mais detalhes e endereço local) baci

EXPO 2 DE JULHO

segunda-feira, 13 de junho de 2011

domingo, 2 de maio de 2010

CAIXA CULTURAL- SSA/BA -2006



Esta obra foi da série Vendedores ambulantes

quarta-feira, 3 de março de 2010

EXPO DIA INTERNACIONAL DA MULHER





BAHVNA ESPAÇO CULTURAL CONVIDA PARA WORKSHOP






A Mostra vai reunir 30 dos mais representativos artistas baianos ligados à Escola de Belas Artes.

Será apresentado também pela Dra. Graça Ramos, Power Point com a temática a "A MULHER E O MOVIMENTO DA ENERGIA DA VIDA", em que exibe obras de arte das pioneiras até os nossos dias.


Abertura: 8 de março de 2010, a partir das 19:00h.Local: Rua Alagoinhas 362 Parque Cruz Aguiar Rio Vermelho. (rua da casa de Jorge Amado)

domingo, 19 de abril de 2009

CRÍTICA CARL MICHAEL HOFBAUER

Eis a Crítica elaborada pelo Senador, Professor, Escritor Historiador Carl Michael Hofbauer Santos de Almeida








AS OBRAS DE ARTE DE GRAÇA RAMOS


De uma obra de arte espera-se que ela dialogue com a essência interior do mundo. A professora da Universidade Doutora Maria das Graças Moreira Ramos, entende retratar os enigmas do mundo com metáforas impressionantes. Suas obras mostram a vulnerabilidade da existência humana. As telas dessa artista são cortadas e re-costuradas. Através das cores e configurações alcançam uma dimensão totalmente diferente. A existência do ser humano, seu mundo, está contida nestas obras de artes, revelando um potencial de dissolução, fragilidade e segurança enganosa.
Os cortes nas telas são códigos secretos de Graça Ramos. Eles transmitem quebraduras e rachaduras de um mundo oco e induzido, no qual o ser humano não consegue achar nenhuma segurança verdadeira. Nada está em pé, firme. Mas, numa filosofia existencial apocalíptica da artista, também existe esperança porque ela ilumina os cenários. Luz aparece através das feridas das telas. Uma luz cheia de calor e cores. Liberando o ser humano da dor e da solidão, liberando-o do seu desespero, da consciência da sua frágil existência. A forma na qual a artista apresenta seus trabalhos é profundamente verdadeira, pois não argumenta, não sugere especulativamente e não moraliza com o dedo erigido.
No mundo do ser humano a luz é símbolo de revelação e os cortes são símbolos para todos os sentimentos que afrontam. Na sua correlação maravilhosa, contendo a genialidade da “coincidentia oppositorum”, os dois formam uma profunda sabedoria da filosofia mundial.
Quem alcança tal profunda sabedoria, conseguindo transformar-la em uma obra de arte, mostra a verdade, portanto, nenhuma obra de arte poderia dizer mais alem disso.
Salvador/ Bahia, 29 de março de 2009.

CRÍTICA DE GIULIANO OTTAVIANI

Crítica de Cav. Uff.
Dr. M° Giuliano OTTAVIANI
Pittore-Scultore-Orafo





GRAÇA RAMOS: ARTISTA DA LUZ

A luz, elemento vital, fogo que acende a vida e cancela a noite revestindo a matéria de poesia. Nos séculos símbolo de espiritualidade, vida, verdade e beleza, a mesma vida que envolveu Rubens na sua passagem pela Itália nos cromatismo dos artistas venezianos e no “ luminismo “ de Caravaggio que revestia as suas formas de luz e cromatismo vibrante e que dava a matéria aquela anima real revitalizando o “ 600 “ napoletano. Aquela luz que fez vibrar Monet, percebendo a sua ação na catedral de Notre Dame de Paris nos quatros momentos do dias, deslumbrando a ação do maior artista do mundo, “A Luz”.
Aquela caricia poética, que todo dia, pontualmente, beija a matéria, tingindo-a de mil cores, transformando-a docemente, estimulando a Monet, espírito fruidor do belo, a mesclar a matéria cromática, para imitar e deixar na tela os próprios sentimentos, como Mario Merz, autor contemporâneo que com os neons coloridos, colocou a luz como meio introspectivo e testemunho da contemporaneidade.

Graça Ramos, artista vital, vibrante, que mescla as cores como nota colorida, criando sinfonias cromáticas que penetram na pele, instigando aquela vida introspectiva que, num momento de exaltação criativa, a conduz misturar materiais de forma tecnicamente híbrida, aparentemente contrastante, inserindo o elemento vital, a luz, nas vísceras da ópera, ascendendo violentamente as formas, catalisando e superando a matéria, transformando-a em energia poética pura, dando força tumultuosa em uma expressão direta. Transforma como mágica, materiais recicláveis antiestéticos em beleza pura, em um equilíbrio de meios espressivos típico de quem possue uma forte personalidade, dom muito raro das pessoas criativas que descreve o próprio tempo filtrado dos sentimentos pessoais, essência vital para ser colocada como testemunho na historia da humanidade.

CAIXA DE LUZ


Por ocasião do doutorado na Espanha, (1992 – 1997) Graça Ramos começou a costurar, à máquina, retalhos de panos, restos das telas que costumava preparar. Diversas experimentações trouxeram volume ao que antes era plano e estático. Surgem suas primeiras telas tridimensionais. O importante não era realizar um quadro, mas encontrar respostas para as investigações. As pinturas aqui expostas constituem uma pequena parte do trabalho resultante do processo criativo da artista, durante pesquisa de doutorado na Espanha, onde produziu suportes tridimensionais em forma de caixas. A obra é mesclada de carga matérica, luz elétrica, diversos tipos de tecidos e tramas, com o propósito de tirar partido tanto da pintura matérica, quanto das transparências e janelas que deixam passar a luz colorida, uma pintura efêmera. Lucio Fontana e Manuel Millares tiveram relevante papel no processo reflexivo e artístico de Graça Ramos. Fontana inicia a ruptura do suporte pictórico, e em 1949 perfura sua primeira tela. Millares propicia a Graça Ramos um “encontro impactante”, em 1992, na Espanha, com sua obra, construída com sacos e panos grosseiros, revelações, que decidiram o rumo de pesquisa da artista, que a partir daí passa a desenvolver um estudo sobre o cubo convertido em caixa de luz. A luz começa a explodir do interior destes objetos lumínicos, através das janelas e frestas, estabelecendo relação entre os espaços internos e externos, revelando o mistério que há por traz das coisas. Nos trabalhos da artista, como em Marcel Duchamp, o espectador também é impulsionado a manejar a obra, acionando o interruptor, tornando-se co-participante da obra. O espaço pictórico tridimensional é, sem dúvida, o espaço intermediário entre a pintura e a escultura. O espaço real, representado pelo volume físico, e o espaço vazio, representado pelo simbólico, se contrapõem e harmonizam ao mesmo tempo. (Texto adaptado do original de Graça Ramos, por Rubens Ribeiro (ICI/UFBA).

CAIXA DE LUZ










Foi ainda durante o doutorado que tive um encontro impactante com a arte espacialista do argentino Lucio Fontana, as obras matéricas do italiano Alberti Burri e as constantes experimentações dos espanhóis Antoni Tàpies, principalmente as “arpilleiras” (sacos de panos grosseiros e aniagem) de Manuel Millares. Foi a partir da produção desses artistas, que eu descobri que estava no caminho certo.

CAIXA DE LUZ












Concordo com Marcel Duchamp quando disse que a pintura não deve ser exclusivamente visual. A forma deve estar vinculada à função. Assim, o expectador, consumidor de arte, adquire o direito de tocar, manipular, porque a própria obra convida: seduz.

CAIXA DE LUZ









Minha obra é híbrida de carga matérica e luz, além de diversos tipos de tecidos, tramas, criadas no propósito de tirar partido tanto da pintura tridimensional, quanto das transparências.

CAIXA DE LUZ










Nela, através de furos e cortes como janelas, a luz é filtrada, os raios luminosos explodem. Neste caso, estamos mais perto de uma tela de televisão, do que da pintura tradicional.

CAIXA DE LUZ




Buracos e janelas iluminadas fazem parte da composição, entrando como um novo elemento, criando contraste pela diafaneidade de certos materiais como o pergaminho, nylon, panos bordados de renda, crochê, gaze, ataduras, além de tramas de fios diversos, etc. que se contrapõem com as camadas de pintura cheias de materialidade, muitas vezes opacas propositalmente, representando antigos muros sobrecarregados de texturas e velhas capas de pintura sobre a superfície dessas telas tridimensionais.

CAIXA DE LUZ




O SUPORTE TELA foi enfaticamente estudado, na tentativa de dar-lhe outros significados, pois na arte, a matéria tem dimensão própria, como elemento e como material. O importante não era realizar um quadro, e sim, buscar soluções, encontrar respostas, na medida em que não me satisfazia executar uma pintura de forma tradicional. Não se tratava também, de destruir, negar ou desconhecer tudo o que foi feito anteriormente. Pelo contrário, se pretendeu observar outras possibilidades, desenvolver outro capítulo sobre a história do quadro, proporcionando ao suporte, outra função além de receptáculo de camadas pictóricas, para fugir da tradicional estética, onde o expectador se sentisse estimulado a manipular o trabalho, ser cúmplice do mesmo.

CAIXA DE LUZ







A translucidez refletida por esses espaços abertos, às vezes furtadas das “ventanas” da Espanha ou dos vitrais góticos da Europa, representam o volume e fluidez das cores lumínicas, que tem caráter efêmero, transmitindo a dimensão da capacidade evocadora dos reflexos, brilho e sombras, para despertar sensações profundas do ser.

CAIXA DE LUZ





Tais perfurações ou janelas funcionam como elementos onde a luz colorida faz visível a abstração da matéria tratada, não como um dado inerte, mas, como elemento de vida, capaz de metamorfosear-se.

CAIXA DE LUZ




Ela é forma, pois somente passa para o exterior depois de haver sido desenhada pelas janelas, buracos e perfurações, sombras coloridas, sobre as paredes, tetos, solo e objetos que estão ao seu redor, trabalhadas pelo espaço, modelada como uma escultura efêmera.

CAIXA DE LUZ




A presente obra é uma combinação da arte minimalista e informalista formada por elementos industrializados da sociedade de consumo,resultado de uma geração desenfreada que cria o medo como símbolo, a violência como defesa. Em suma, uma arte sofrida, que grita, chora e sangra, porque necessariamente é influenciada pelo inconsciente coletivo, repleto de informalidades – como em Burri ou em Millares - porém que goza do privilégio de um sorriso, de um hino à luz que surge de suas entranhas, como em Dan Flavin, Bruce Nauman ou Mario Merz.

CAIXA DE LUZ








A luz pinta e brota de espaços sonhados, tonalizando o branco, iluminando não somente o interior das caixas, mas, também as camadas de massa texturadas do exterior.

CAIXA DE LUZ







O jogo dos vazios, os agulheiros repentinos formam junto com o próprio modelo múltiplos planos opostos. Estas obras, por seus relevos, têm a conotação de pintura-escultura, podendo ser denominadas .

segunda-feira, 9 de março de 2009

CAIXA DE LUZ

Em minha obra todos podem ter trocar suas tristezas pela alegria de tocar a matéria, ligar os fios, perceber e contemplar a luz que jorra de seu interior.





Uma obra dinâmica que proporciona cor luz e que leva à transcendência. É como deixar de lado a monotonia e passividade e optar pelo novo, pela vida!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008



PARTICIPANTES DA EXPO


FERIDAS E CICATRIZES


ESCOLA DE BELAS ARTES/BA/17/12/2008


EM CONFRATERNIZAÇÃO














GRAÇA RAMOS




CURADORA DA EXPO FERIDAS E CICATRIZES




Série O Homem e a cidade
Mista s/tela, 2008

domingo, 14 de dezembro de 2008

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

EXPOSIÇÃO CAIXA CULTURAL/2006













VENDEDORES AMBULANTES
2006












VENDEDOR DE SONHOS

domingo, 8 de junho de 2008



CORPOS HÍBRIDOS NAS URBES (exposição itinerante)


Abertura: dia 7 a 14 de junho de 2008

Local: Galeria do ALHONDIGA Segovia- Espanha
Alameda Rekalde, 56, Bilbao, Spain

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

CAIXA DE LUZ/2002 (1X1m)



O significado dessas obras está em sua manuftura.
São construídas artesanalmente.
A luz se torna fator preponderante.
Pintar com a luz é iluminar com a cor. Não no sentido decorativo, mas, para desmistificar a obra de arte






CAIXA DE LUZ/2002 (50X1m)



O gesto de perfurar as telas e depois cortá-las rompe com a clássica estrutura do suporte modificando a concepção do quadro.
Dando-lhe um sentido de espacialidade.

PORTAIS DA BAHIA/1999 (1X1m)


A luz começa a explodir do interior das telas, através de janelas e frestas estabelecendo relação entre os espaços internos e externos.